Perguntas Frequentes
Trabalhar com patrimônio familiar é coisa séria. Mas não precisa ser chato. A gente responde aqui o que a maioria dos nossos clientes quer saber antes de conversar com a gente. Se a sua dúvida não está, liga.
Verdade, o nome é complicado. A gente ajuda famílias a organizar o dinheiro, os bens, o negócio — tudo junto. Criamos documentos que deixam claro quem decide o quê. Estabelecemos regras que funcionam quando você não está ali para explicar. E o mais importante: evitamos briga de família. Ou resolve antes que vire desastre.
O advogado cuida de papéis. A gente cuida do que acontece depois que os papéis saem da impressora. Pensamos em cenários futuros, dinâmica familiar, decisões difíceis. E trabalhamos junto com o vosso advogado, banqueiro e contador. Não é competição. É time.
Depende do tamanho do patrimônio e complexidade. Uma família pequena sai por valores mais acessíveis. Uma com negócio, vários imóveis e filhos é outra história. A gente apresenta orçamento claro antes de começar. Sem letras pequenas. E cobramos por projeto, não por hora.
Três a seis meses normalmente. Alguns casos mais rápidos. Casos muito embrulhados podem levar mais. Começamos com reuniões para entender a história de vocês. Depois preparamos os documentos. Depois ajustamos conforme feedback. Não é corrida. É feito bem feito.
Nem sempre. Se a mudança é pequena, ajustamos nos primeiros três anos sem custo. Se for completa reformulação — você vendeu o negócio, casou de novo, mudou de país — aí sim tem custo. Mas aviso antes. E a maioria das famílias revê tudo a cada cinco, sete anos mesmo.
Evora é a base. Mas trabalhamos com famílias em Lisboa, Porto e até fora de Portugal. As reuniões iniciais podem ser presenciais aqui ou online. Depois, bastante do trabalho é digital. Se é família com propriedades em vários países, temos parceiros que ajudam.
Acontece. Às vezes as pessoas têm interesses diferentes e isso vem à tona. A gente ajuda a conversa, medeia discussões difíceis. Não somos terapeutas de família, mas facilitamos compreensão. Muitas vezes o problema é falta de comunicação mesmo. Uma reunião bem estruturada resolve.
Liga ou manda email primeiro. Marcamos uma conversa inicial — vinte minutos, sem compromisso. Você conta a história, a gente explica como funciona. Se faz sentido, agendamos reunião maior. Aí sim a gente diz o que precisa documentalmente. Relaxa. A gente guia o processo.
